quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

2 comerciais televisivo de Sucker Punch


Chegando à data de sua estreia, o novo comercial televisivo de Sucker Punch (Mundo Surreal) foi divulgado. Ainda sem explicar algumas coisas que não foram entendidas, o comercial mostra alguns relances inéditos do filme.
A trama envolve uma garota que, enquanto está presa em um hospício, usa a imaginação para entrar numa realidade paralela de seus sonhos.
Confira os TV's Spot a seguir:




quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

elenco reunido na primeira imagem oficial de X-Men: First Class


Depois de muita espera foi finalmente divulgada a primeira imagem oficial de “X-Men: First Class“. A foto (vista da esquerda para a direita) mostra parte do elenco principal formado por Michael Fassbender (Magneto), Rose Byrne (Moira MacTaggert), January Jones (Emma Frost), Jason Flemyng (Azazel), Nicholas Hoult (Fera), Lucas Till (Destrutor), Zoe Kravitz (Anjo), Jennifer Lawrence (Mística) e James McAvoy (Professor Xavier). A imagem, que foi divulgada pelo MSN, não teve a aprovação da Fox para ser exibida, pois trata-se de um trabalho incompleto.
O filme mostra o épico início da saga dos X-Men e revela uma história secreta de proporções globais. Antes de os mutantes se revelarem para o mundo e antes de Charles Xavier (James McAvoy) e Erik Lensherr (Michael Fassbender) assumirem os nomes de Professor X e Magneto, ambos eram jovens descobrindo seus poderes pela primeira vez. Em vez de serem arquiinimigos, os dois eram grande amigos, trabalhando juntos com outros mutantes (alguns conhecidos, outros novos) para impedir o armagedon. No processo, surgiu uma grande diferença entre ambos, o que deu início à guerra entre a Irmandade de Mutantes, de Magneto e os X-Men do Professor X.
O elenco conta também com Kevin Bacon (Sebastian Shaw), Caleb Landry Jones (Banshee), Edi Gathegi (Darwin), Oliver Platt (“Homem de Preto”),  Morgan Lily (Mística criança), Álex González (Maré Selvagem), Bill Milner (jovem Magneto) e Ray Wise (Secretário de Estado dos EUA).
Mathew Vaughn (“Kick-Ass: Quebrando Tudo”) dirige e o roteiro é de Ashley Miller e Zack Stentz (do ainda inédito “Thor”). “X-Men: First Class” estreia no dia 2 de junho de 2011.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Veja a lista completa dos vencedores.


A Rede Social é o grande vencedor da noite no Globo de Ouro.


A 68ª edição do Globo de Ouro aconteceu neste domingo(16), no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles. Celebridades da TV e do cinema estão reunidas para um dos maiores prêmios dos Estados Unidos. Confira na lista abaixo os vencedores:
MELHOR FILME DE DRAMA
A Rede Social
MELHOR ATOR EM FILME DE DRAMA
Colin Firth, por O Discurso do Rei
MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL
Minhas Mães e Meu Pai
MELHOR ATRIZ EM FILME DE DRAMA
Natalie Portman, por Cisne Negro
MELHOR ATOR DE FILME COMÉDIA OU MUSICAL
Paul Giamatti, por Minha Versão Para o Amor
MELHOR DIRETOR DE FILME
David Fincher, por A Rede Social
HOMENAGEADO DA NOITE
Robert DeNiro, pelo conjunto da carreira
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM FILME
Melissa Leo, por O Vencedor
MELHOR FILME ESTRANGEIRO
Em Um Mundo Melhor (Dinamarca)
MELHOR ROTEIRO EM FILME
A Rede Social
MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA OU MUSICAL
Annette Bening, por Minhas Mães e Meu Pai
MELHOR TRILHA ORIGINAL EM FILME
A Rede Social
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
Toy Story 3
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM FILME
Christian Bale, por O Vencedor

Produtor diz que Velozes Cinco pode não ser o último da franquia

                                Continuação e spin-off estão entre as ideias.



Neal Moritz, produtor da franquia “Velozes e Furiosos”, disse ao site Collider que “Velozes Cinco” pode não ser o último da série e que ainda pode ganhar um spin-off. De acordo com Moritz, uma das cenas mais impressionantes do filme foi rodada no Rio e mostra os carros arrastando um cofre pela cidade com 50 viaturas em perseguição:

É uma das cenas mais incríveis que eu já vi em um filme. Aquilo não é nada que você já tenha visto antes, é tudo real. É de cair o queixo. A galera vai adorar”.

Sobre uma continuação, ele disse que já está trabalhando em ideias com Vin Diesel:

Nós dois já conversamos bastante sobre o que pode acontecer. Vamos encarar agora com seriedade. Terminamos o quinto filme há umas quatro semanas e precisamos de uma pausa agora, antes de nos concentrarmos nisso“.

Segundo o produtor, o personagem de The Rock pode ganhar um filme:

Ainda não começamos a rascunhar uma ideia, mas faremos isso“.

Na trama do quinto filme, desde que Brian (Paul Walker) e Mia Toretto (Jordana Brewster) libertaram Dom (Vin Diesel), eles cruzaram muitas fronteiras para despistar as autoridades. Agora, escondidos no Rio de Janeiro, eles precisam de um último trabalho a fim de ganhar sua liberdade. Á medida que eles montam sua equipe de pilotos de ponta, esses aliados improváveis vêem que sua única chance de fugir de vez é enfrentar um empresário corrupto (Joaquim de Almeida), que quer vê-los mortos. Mas ele não é o único em seu encalço.
O intransigente agente federal Lucas Hobbs (Dwayne “The Rock” Jonhson) nunca erra o alvo. Quando ele é designado para rastrear Dom e Brian, ele e sua equipe  lançam um grande ataque para capturá-los. Mas, á medida que seus homens vasculham o Brasil afora, Hobbs descobre que não pode separar os bons dos maus. Agora, ele deve confiar em seus instintos para encurralar sua presa, antes que alguém a execute primeiro.
O diretor Justin Lin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” e “Velozes e Furiosos 4”) comanda o quinto filme e Chris Morgan (“O Procurado”) assina o roteiro. “Velozes e Furiosos 5” chega nos cinemas em 29 de abril.

Enrolados

A releitura da Disney para a história de Rapunzel surpreende por sua qualidade técnica e comprova que o futuro das princesas está na animação digital.


Os estúdios Disney chegaram bem ao seu 50º filme de animação, “Enrolados”. Assumindo os traços de uma megacorporação do entretenimento, a empresa parece cada vez mais sintonizada com as demandas do seu público, variado e inconstante após a sucessão de gerações. O desafio mais urgente, talvez, seja o resgate da parcela de audiência fisgada pelo sucesso de estúdios concorrentes. Colocar tal responsabilidade nas mãos de uma princesa de cabeleira avantajada é opção de risco quando os sucessos dos últimos anos priorizaram temáticas atuais. Na contramão de todas as suposições pessimistas, a Disney acertou em sua escolha.
“Enrolados” representa o primeiro passo da Disney no sentido de reunir seu público disperso e monopolizar um prestígio atualmente dividido entre concorrentes de peso. Neste início de década, a história de uma princesa clássica trabalhada sob moldes modernos e com o auxílio do cinema 3D parece dotada de simbologia suficiente para representar a atual empreitada da empresa.
O filme segue o argumento clássico do conto de fadas dos Irmãos Grimm, mas modifica algumas situações e insere novos traços para tornar o roteiro mais ágil e contemporâneo. Rapunzel foi levada para uma torre secreta por uma senhora que ambicionava a juventude eterna, o que só seria conseguido com o auxílio do cabelo da princesa. Com a ajuda de um ladrão fugitivo e aproveitando a ausência da madrasta, a garota arrasta sua cabeleira de 22 metros para fora da torre e vai conhecer o reino que imaginou.
Ao contrário do original alemão, e para atrair a parcela masculina do público, o conto da Disney preferiu fugir da figura do príncipe convencional, criando em seu lugar um anti-herói com aparência de mocinho.  Flynn Ryder divide com Rapunzel o protagonismo da história e sua importância não se resume ao papel de par romântico. É ele o narrador da trama, responsável pela apresentação da história e dos personagens nos primeiros minutos do filme. Sua narração malandra (no Brasil a dublagem é de Luciano Hulk) foge do convencionalismo de animações clássicas como “Branca de Neve e os Sete Anões”“Cinderela” e “A Bela e a Fera”.
Algumas sequências também parecem feitas para a diversão do público masculino. Se Rapunzel aproveita seu tempo livre tricotando roupas, cozinhando bolinhos e pintando estrelas – atividades presentes no imaginário criado para princesas – também é capaz de tocar guitarra e desafiar beberrões em um bar de quinta categoria com a mesma desenvoltura.

Além da Vida




Este novo filme de Clint Eastwood pode ser classificado de três formas. A primeira e mais óbvia é chamá-lo de “filme espírita”, quase como um gênero novo, desses que têm despertado certo interesse no público atualmente. A segunda é considerá-lo um “filme mosaico”, desses que mostram alguns personagens em tramas paralelas que em algum ponto se cruzam. A última e mais sensata seria apenas dizer que ele é um filme do Clint Eastwood, ou seja, típica produção supervalorizada e acolhida pela crítica só porque foi dirigida pelo ator/cineasta.
Enquanto “filme espírita”, “Além da Vida” deve agradar o mesmo público que abraçou “Chico Xavier – O Filme”“Nosso Lar” e, em menor escala, “Um Olhar no Paraíso”, para citar os mais recentes. É um longa que traz a morte e o que há depois dela como tema e procura, ainda que de modo bem tímido, levantar algumas questões sobre como lidamos com um fato inevitável e ao mesmo tempo tão amedrontador.
No quesito “filme mosaico”, o roteiro se desdobra em três linhas narrativas que acompanham  diferentes personagens e a relação de cada um deles com a morte. George Lonegan (Matt Damon) é um vidente que sofre por sua condição e tem a vida constantemente afetada pela morte. Já Marie Lelay (a francesa Cécile De France) enfrentou a morte de perto. Sobrevivente do tsunami que devastou a Indonésia, a jornalista morreu e foi trazida de volta à vida e, agora, sofre as consequências da experiência. Por fim, Marcus (Frankie e George McLaren) enfrenta a morte repentina do irmão gêmeo em um atropelamento. A morte sob três pontos de vista diferentes: quem está em contato, quem passou pela experiência e quem sofre pela perda.
Claro que, como manda a cartilha desse tipo de filme, no final, as três histórias irão se encontrar, e George, Marie e Marcus serão afetados uns pelos outros. Junto com a direção preguiçosa de Eastwood, um cineasta quase lacônico no modo como filma, a forma como as histórias se cruzam é um dos problemas do longa. Eastwood não se importa nem um pouco em se afundar nos clichês e resolve seu filme do modo mais piegas possível.
Os clichês também aparecem no modo como o cineasta quer representar os momentos “espirituais” do longa. As visões pós-morte de Marie são sempre banhadas em uma luz calma e povoada de imagens de pessoas. Toda vez que o vidente Lonegan se “conecta” com alguém, ouvimos o mesmo efeito sonoro óbvio e imagens parecidas com as que Marie teve.  Nesse sentido, cinematográfica e esteticamente, “Além da Vida” não se difere muito de uma novela das seis.
A montagem didática, sempre se revezando entre as histórias sem a menor criatividade, também não ajuda, e o longa padece por não ter um ritmo mais coeso e envolvente. Culpa da direção sem pulso de Eastwood, que filma como se ele mesmo não acreditasse na sua obra, o grande calcanhar de Aquiles do longa, já que não se pode negar que a temática ou os atores, todos competentes, sejam interessantes.
É esse interesse no tema e nos atores que acaba salvando “Além da Vida” de ser um filme ruim. Se a direção e o roteiro deixam a desejar e faltam ao longa momentos emocionantes ou mesmo empatia pelos personagens, existe uma certa curiosidade no desenrolar da trama e algumas cenas compensam as falhas de um todo mais envolvente. O começo da projeção, por exemplo, é de uma tensão exemplar, e as cenas em que Damon contracena com Bryce Dallas Howard (encantadora) também são cheias de energia e vitalidade. Tudo que falta ao resto do longa.
O resultado é um bom filme cheio de falhas, mas que não diz muito a que veio. Tanto que foi um dos longas mais mal recebidos da carreira de direção de Clint Eastwood, que nunca conseguiu me empolgar muito. “Além da Vida” deixa claro que Eastwood pode até ser um bom cineasta que acerta às vezes (“As Pontes de Madison”“Sobre Meninos e Lobos”), mas que, na maioria das ocasiões, fica na superfície (casos dos supervalorizados “Menina de Ouro”“A Troca”“Gran Torino” etc.).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Dredd


Sinopse:

120 anos no futuro, uma sociedade ultra-violenta faz com que os policiais acabem acumulando também as funções de juiz, júri e executor das sentenças. Dredd, um desses oficiais, trabalha ao lado de vários outros juízes, que estabelecem a ordem na megalópole Mega City One. 

Gênero: Ação - Ficção Científica
Origem: EUA
Direção: Pete Travis
Roteiro: Alex Garland
Produção: Stuart Ford, Adi Shankar, Alex Garland, Allon Reich, Andrew Macdonald
Classificação:16 anos
Estréia: 2012


Elenco:
Karl Urban (Juiz Joe Dredd)
Olivia Thirlby (Juíza Cassandra Anderson)
Jason Cope
Kevon Kane (Mark)
Langley Kirkwood (Juiz Lex)
Karl Thaning (Juiz Chan)
Luke Tyler (Freel)
Lena Headey (Madeline Madrigal)

Curiosidades:
- A direção foi oferecida a Duncan Jones, que recusou. Ele disse que apesar de ter gostado do roteiro, tinha uma ideia clara do que queria e que não podia aceitar outra;